Zema Nega Impacto das Pesquisas e Foca na Confiança do Voto

Zema nega que as pesquisas tenham impacto decisivo em sua campanha e afirma confiar na decisão do eleitor. O candidato destaca seu histórico passado como um exemplo dessa confiança, apesar de uma queda nas pesquisas recentes.

O ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema, candidato pelo Novo à presidência da República, recentemente afirmou que as pesquisas eleitorais não são o único indicador a ser considerado em sua campanha. Em entrevista, Zema destacou seu otimismo apesar de ter uma taxa de intenção de voto abaixo dos concorrentes diretos, especialmente Lula e Flávio Bolsonaro. "Se dependesse de pesquisa, em 2018 eu nunca teria sido eleito governador do Estado", ressaltou Zema, lembrando que seu nome chegou a aparecer entre o quarto e o quinto lugar nas últimas semanas. Para o economista, essa história reflete um fenômeno complexo de como as eleições funcionam no Brasil: "Eição é igual o cardápio, o eleitor vai abri-lo na hora que chegar o momento de degustar.", disse Zema. O candidato também destacou seu apoio ao autor Augusto Cury, que obteve um aumento significativo de votos e visibilidade recentemente. "Parabéns para o doutor Augusto Cury, que teve um fenômeno de novidade, um avanço muito grande", afirmou Zema, reconhecendo a força da democracia brasileira neste aspecto. No entanto, quando questionado sobre se havia cometido algum erro ao não participar do debate eleitoral na Band em 23 de agosto, o candidato respondeu que sua decisão foi baseada na ausência do Lula e nas circunstâncias gerais da campanha. A persistente queda nas pesquisas de Flávio Bolsonaro também foi mencionada como uma questão a ser observada pelo mercado financeiro, refletindo as mudanças de preferências dos eleitores neste cenário político complexo.

Fonte: Valor Econômico